18 agosto 2013

O presente da Birder's Exchange

Seis binóculos é a conta certa, pois são 12 alunos. Guia e Foto na mão da dupla e vamos lá! Foto Renato Rizzaro

Vem cá, quero apresentar uma pessoa maravilhosa! Assim, pelas mãos de Edson Endrigo conhecemos Betty Petersen, com seu sorriso franco e fala doce, durante o Avistar 2012. Conversamos sobre a ReservaRoda de Passarinho e trocamos emails

Estava alinhavada a ponte que trouxe seis binóculos novinhos em folha até as crianças de nossa comunidade. Mas Betty não verá este News, pois em junho deste ano o seu coração, sempre cheio de vida, parou. 

Tudo o que Betty semeou em seu caminho continua através de muitos olhares e lembranças, um dos maiores exemplos de generosidade, carinho e bom humor que a comunidade de observadores de aves tem até hoje. 

Agora, com estes luminosos binóculos, seguimos com a criançada a buscar o impossível a olho nú: formas, jeitos de bicos e patas; penas eriçadas, bochechas e sobrancelhas, deleite.

Anú deixou de ser Sabiá e Carrapateiro fica, de verdade, em cima do boi; o olho do João-de-barro é castanho e tem Urubú lá longe, vês?

Almas como a de Betty transformam-se em passarinho, com certeza. Pegue um binóculo e olhe com calma: é certo avistar Alma-de-gato, Ariramba-do-paraíso, Alma-de-mestre, Pomba-da-paz, Pássaro-do-sol, Paradjanov, Kurosawa, Fênix. Enfim, o homem sem gaiola.

Primeiro é preciso saber usar o binóculo. Foto Gabriela Giovanka

Para quem usa óculos: um truque especial. Foto Gabriela Giovanka

No começo é um difícil, mas logo logo, pega-se o jeito! Foto Gabriela Giovanka

Nossas parceiras: a Secretária de Educação de AW Valneide Campos, e a professora Sileni com a gurizada. Foto Renato

Quando a gente aprende a cuidar tem pra sempre! Foto Gabriela Giovanka


Ensaiamos uma saída de campo no pátio, da próxima subiremos o morro. Foto Renato Rizzaro

31 julho 2013

N E V E M O S

Madrugada iluminada na Reserva. Foto Renato Rizzaro

Moradores de São Leonardo nunca viram nada parecido; um espetáculo fantasia, diziam. 
Nosso encantamento começou lá no Alto da Boa Vista, vindos da Ilha, ao avistar as montanhas espatuladas de branco puro, tanto que nem o azul profundo e denso do céu conseguia tingir. Subimos a Serra e por ali ficamos até o sol plantar fogo. Então, descemos o canyon da Reserva e visitamos estrelas.
Dia seguinte, a surpresa: neve nas árvores, na beira do rio, espalhada pelos telhados, torrões pelo chão, água congelada, absolutamente tudo banhado de céu, bleu.
A letargia no vôo do beija-flor pelas minguadas flores apontava para o termômetro a menos dois e nem o sol, poderoso, conseguia esquentar a furna. Descongelados, os canos cuspiram barro e as frágeis folhas tostaram.

O tempo, sempre atrasado por estas bandas, parou de vez e sobrou hora naquele dia para sorver um outro ar, picante, temperado, marítimo, polar. Foi então que muito mais do que estrelas cobriram nossos sonhos de profundo silêncio e lua e outro dia veio e juntou semana e cheiros e afazeres... Naquele instante, ora, nevamos para sempre.


Gabriela na beira do Rio das Furnas. A face Sul ficou assim durante o dia todo. Foto Renato Rizzaro

08 julho 2013

Luz de Outono

A luz, era somente luz e nada mais. Foto: Renato Rizzaro

Semente da Amazônia nas Oficinas do Saber

Gabriela mostra a semente da Sapucaia (Lecythis pisonis) nas Oficinas do Saber. Foto: Renato Rizzaro.
“A Terra é uma bola quadrada que gira parada em torno de nada”. Quando vi o tapete e as crianças nos disseram que desta vez a Roda sairia quadrada lembrei desta quadrinha, declamada no Grupo Escolar Professor José Escobar, nos meus tempos de escola primária, no Bairro do Sacomã, em São Paulo. E, sobre o tapete resgatado na Comcap, momentos antes de virar aterro, aconteceu a mais nova Roda de Passarinho.

Nas mãos da Gabi um presente dos amigos Edson e Annelyse, de Alter do Chão: o fruto da Sapucaia (Lecythis pisonis). Artesãos transformam-na em pote ou abajur; suas castanhas são comidas cruas, cozidas ou assadas, tal qual as castanhas-do-pará e a árvore chega a 30 metros, com belas flores arroxeadas.

A Roda iniciou diferente, com o vídeo do Programa Terra da Gente produzido na Reserva. Novidade que a galerinha assistiu e curtiu; só depois fomos ao tapete.

Levamos duas Caixas de Aves, uma da Floresta Atlântica doada pelo SuperImperatriz e outra, com as Aves do Pantanal e algumas da Amazônia. Nem deu tempo de mostrar os posters, também doados pelo SuperImperatriz, que ficarão expostos nas salas das Oficinas do Saber
Logo após o playback das aves, a flauta de bambu ressoa na Roda. Silêncio.

A música fascina e a meninada tem vontade de aprender a fazer uma flauta igual, transversal. Faz parte da Roda ensina-los a gostar do improviso e dos instrumentos feitos em casa.


Nossa atividade de uma hora estendeu-se por quase quatro! Saímos das Oficinas do Saber satisfeitos por sentir que todos são bem cuidados por atenciosos professores e voluntários.

Assista ao video de encerramento desta Roda, clique aqui.

Gabi faz exercícios para "acordar" a galera ente uma e outra atividade. Foto: Renato Rizzaro.

Detalhes como o bico virado do passarinho são evidenciados na Roda. Foto: Gabriela Govanka.

Comparando e lendo nomes populares e científicos. Foto: Gabriela Giovanka.

Momentos antes da abertura da primeira Caixa de Aves. Foto: Gabriela Giovanka.

No pátio das Oficinas, depois de conhecerem a Tokynha por dentro. Foto: Renato Rizzaro.

13 junho 2013

Late Jacu, late!

Jacuaçu (Penelope obscura) fotografado por Renato Rizzaro na Reserva Rio das Furnas


Cachorro! Gritaram os alunos ao som do playback do Jacu. Dizem que sua voz se parece com o rufar de tambores, pra nós a gurizada está certa. Jacu late. Extremamente arisco, estático quando percebe um mínimo movimento, quando voa é estabanado, não raro tromba nos galhos entre dois pontos onde resolve cruzar. Temos uma foto onde ele parece um espanador atravessando o espaço. Contudo é elegante e prefere caminhar nos galhos e no chão.

Monógamo, o casal acaricia-se na cabeça como fazem os papagaios; come frutas, folhas e brotos; caça moluscos, gafanhotos, pererecas, porém algum tupi apressado batizou o bicho de Jacu, quer dizer o que come grãos. Os da roça chamam  jacu-véio. Por conta do papo?

A ninhada de dois ou três já nasce de olho aberto e excitada, abre e fecha a cauda, sacode a cabeça como os adultos e na presença do homem acelera estes movimentos ao máximo. 

Aracuã, jacutinga e mutum, seus parentes, são o que de mais nervoso e barulhento existe na Natureza. Exageramos. É um dos grupos mais ameaçados da América Latina, segundo Helmut Sick. O Jacu praticamente desapareceu de São Paulo por conta da destruição das florestas e da caça indiscriminada. 

Certa vez, Fritz Müller escreveu a Darwin: “No inverno frio de 1866 apareceram tantas jacutingas nas baixadas do rio Itajaí que, em poucas semanas, foram mortas aproximadamente 50.000”. Leia: CINQUENTA X MIL. 

Hoje, esse parente do Jacu é raríssimo em Santa Catarina, a História foi esquecida e nós humanos seguimos seguros de que somos os únicos a merecer a eternidade. 


Mas um Jacu ainda late...

18 abril 2013

Projeto Conheça Alfredo Wagner na Reserva Rio das Furnas

A tradicional foto do passeio, por Renato Rizzaro

Visita à Reserva Rio das Furnas (Carol Pereira)

No dia 15 de abril nosso destino foi a Reserva Rio das Furnas. A Reserva está inserida emum canyon no Alto da Boa Vista, em Alfredo Wagner. Faz parte do divisor de águas mais importante do estado de Santa Catarina, área de tangência entre as bacias dos rios Tijucas, Cubatão, Tubarão e Itajai-açu.
Fomos recebidos pelos proprietários da Reserva Particular do Patrimônio Natura (RPPN), Renato Rizzaro e Gabriela Giovanka. Nos sentimos como se estivéssemos em um refúgio, uma área em que a natureza se renova e nos mostra toda sua exuberância.
A Reserva fica na comunidade de São Leonardo. Fomos até lá detransporte escolar, generosamente cedido pela Secretaria Municipal de Educação, assim como em todas as outras viagens do projeto. Deixamos o veículo na ultima casa da comunidade e seguimos a pé. Foram 3km de uma extenuante caminhada em meio a uma mata que à medida que avançávamos podíamos perceber seu renascimento.

Renato nos encontrou logo na entrada da Reserva, andamos mais alguns metros e logo já avistamos a casa centenária. Construída a partir da madeira de três araucárias cortadas a mão e trazidas até o fundo da escarpa no lombo de mulas, a casa foi erguida por um dos antigos donos das terras, o senhor Orlando Althoff. Lá renovamos nossas energias com a água incrivelmente fresca da Reserva.

Tivemos uma proveitosa conversa com os proprietários que nos contaram um pouco sobre a paixão pela vida simples, o contato com a natureza e sobre suas continuas formações. Quando eles compraram a reserva, boa parte dela era pastagem para o gado. O trabalho de regeneração já dura 13 anos, tempo que o casal se dedica a Reserva, e, apesar de ser um tempo geológico relativamente pequeno, os sinais dessa maior atenção e desse maior cuidado dados à natureza já é visível.

Na local existem sete cachoeiras e 237 espécies de aves já identificadas, além de contar com diversas espécies de mamíferos já fotografados por um sistema de câmeras, que fotografa por meio de sensores de movimento. Entre os animais que já posaram para as fotos está até mesmo um Puma concolor. No relato sobre a viagem até a comunidade de São Leonardo falamos sobre os frequentes ataques que o rebanho de ovelhas da Fazenda São Leonardo sofria pelos pumas.

Gabriela nos alertou de que pumas, também conhecidos como leões-baios ou suçuaranas, necessitam de uma grande área para sobreviver. Os ataques acontecem devido a crescente destruição dos habitats e, consequentemente, da diminuição da disponibilidade de alimentos. É por isso que às vezes os pumas atacam pequenos animais domésticos como ovelhas e bezerros e, são frequentemente perseguidos por fazendeiros, situação essa em que o proprietário da Fazenda São Leonardo não se enquadra. Ainda assim é comum ouvirmos histórias e até mesmo vermos fotos de “leões” mortos por fazendeiros aqui em nosso município, principalmente na Serra da Santa Bárbara e na Região do Campo dos Padres.


Após a conversa fomos convidados para uma agradável caminhada pelo bosque, porém nosso tempo era demasiadamente curto e estávamos atrasados. Apesar disso ainda pudemos conhecer um pouco mais sobre a vegetação da Reserva. Vimos uma árvore de imbuia e Renato nos convidou a ficar em circulo, nos fazendo imaginar como aquela árvore se tornará imponente daqui a centenas de anos e isso nos faz refletir em como a natureza é algo tão forte e frágil ao mesmo tempo.

Na volta paramos em frente à casa para a nossa já tradicional foto do passeio. Os alunos estavam encantados, assim como os professores e não queriam vir embora, pediram para os professores para ficar e comer apenas o pequeno lanche que tinham levado, apenas para poder desfrutar por mais algum tempo daquele belo lugar, mas infelizmente tínhamos que voltar para a escola.

Antes de realizar o passeio tínhamos assistido o programa especial sobre a Reserva Ecológica Rio das Furnas do Terra da Gente e a frase que havia nos chamado atenção “Produzimos sombra e água fresca” se mostrou verdadeira.
Produzindo sombra e água fresca eles resgataram um verdadeiro paraíso dentro de nossa cidade, aquele é um lugar que é um retrato de nossa Alfredo Wagner; belas paisagens, relevo e biodiversidade riquíssimos...

12 abril 2013

Exposição e entrega de Posters das Aves da Floresta Atlântica em Biguaçu

Biguá (Phalacrocorax brasilianus)
Muita, mas muita gente, mesmo, fica absolutamente extasiada quando vê que o olho do Corvo-marinho tem a cor de jade. Mudam a expressão diante deste olhar brilhante de uma ave que, como tantas outras, cismam chamar de comum. A denominação de "comum", acaba por fazer com que não dêem muita bola para certas aves que parecem estar por tudo quanto é canto. Mas quando observam de perto, como é o caso de nosso Biguá, mudam de opinião rapidinho. Aconteceu no dia 20 de março de 2013, na Exposição Aves da Floresta Atlântica em Biguaçu. 

Várias pessoas comentaram e uma delas soltou a frase "Ah, se eu soubesse que o olho desse bicho era assim tão bonito...", outra: "Nunca imaginei que um Biguá tivesse um olho dessa cor...", e ainda mais: "Agora sim, posso dizer que conheci uma ave belíssima, que sempre esteve ao alcance do olhar, mas nunca tinha observado com tamanho detalhe."

Nossa ideia de distribuir os Posters de Aves da Floresta Atlântica, inicialmente em Santa Catarina, vem acontecendo pouco a pouco. Iniciamos este trabalho em 2005, na Reserva Rio das Furnas e logo expandimos para o município de Alfredo Wagner com uma exposição e a posterior distribuição dos Posters nas salas de aula das escolas básicas municipais.

Num segundo momento fizemos exposições em Blumenau, Rio do Sul e em Ituporanga, onde até hoje estão expostas 50 fotografias no Parque Ingo Altenburg, graças à parceria da Reserva Rio das Furnas com a FUCAS (Fundação de Assitência Social) e com o Ministério Público de Santa Catarina.

A ideia da Exposição e posteriormente de um material que pudesse ser utilizado pelos escolares de Biguaçu começou com o fotógrafo Henrique Azevedo, na época criador e presidente da FAMABI.
Sua equipe, principalmente Fabricio Almeida logo abraçou a ideia e, em meados de 2012 começou a sair do papel. No final do ano foi apresentada numa reunião do Rotary Clube de Biguaçu e seis empresários bancaram a ideia.

No dia 20 março 2013, lançamento oficial da Exposição das Aves da Floresta Atlântica e entrega dos posters aos professores, com a presença da sociedade de Biguaçu, as aves pousaram em uma nova casa e estarão em exposição, primeiramente no Casarão Born e logo em seguida na Secretaria de Educação. Depois, farão um passeio itinerante pelas escolas, onde já estarão fixados os posters de Aves da Floresta Atlântica em cada uma das 69 salas de aula do município.

A proposta da Reserva Rio das Furnas é que este projeto estenda-se, num primeiro momento, ao Estado de Santa Catarina e logo em seguida aos três estados do Sul do Brasil, para atingir finalmente todas as salas de aula do ensino básico de nosso país.

Painel de abertura da Exposição, Fernanda e Gabriela Giovanka. Foto Renato Rizzaro

Casarão Born abriga a Fundação Cultural e foi palco da Exposição de Aves em Biguaçu. Foto: Renato Rizzaro

Renato Rizzaro entrega o Poster para professora da Rede de Ensino de Biguaçu. Foto: Gabriela Giovanka

Entrevista com Henrique Azevedo e Renato Rizzaro para o Jornal de Biguaçu. Foto: Gabriela Giovanka

10 abril 2013

Produtores de Sombra e Água Fresca

Wilson, Rudimar Cipriani, Marcelino, Gabriela e Eduardo na Trilha do Puma. Foto: Renato Rizzaro

Em janeiro enviamos tantos News que resolvemos dar um tempo na sua caixa de emails fechando a fase Expedição Amazônia que tanto prazer e assunto rendeu. Agora, voltamos com novidades.


A primeira novidade: em fevereiro recebemos a visita da equipe da EPTV de Campinas, São Paulo. Uma dica do amigo Edson Endrigo para o Programa Terra da Gente que veio até Santa Catarina para filmar a Reserva Rio das Furnas, “um paraíso verde”. 

O pessoal foi dedicado, brincalhão e nos deixou à vontade, tanto que não demorou muito e já entramos no clima da reportagem. A edição ficou belíssima e emocionante.

O Programa pode ser visto clicando aqui: PARTE 1 - PARTE 2

A segunda novidade veio do ICMBio de Brasília: saiu a publicação no Diário Oficial que transformou toda nossa área em RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural.

Em 2001, quando adquirimos esta área, constavam 28ha no documento. Com a elaboração do Plano de Manejo pela SPVS, em 2008, foi feito levantamento topográfico georreferenciado, obtendo-se uma nova medida, agora correta, de 53,5ha. 

A regularização demorou vários anos e também contou com a apoio de Sérgio Biasi, ex-prefeito de Alfredo Wagner, que gentilmente acompanhou todo o processo Cartorial.

Eduardo Lacerda, jornalista e produtor do Programa Terra da Gente, revelou a essência de nossas ações ao escrever: 

“Produzimos sombra e água fresca”, brincam os donos da Reserva. Benefícios que transcendem a distância, e também o tempo. A continuidade deste trabalho pode garantir que novos xaxins possam nascer e se tornar centenários. Que a Imbuia garanta sombra nos próximos séculos e que o exemplo de conservação possa sensibilizar um número incontável de gerações em benefício da Natureza.


O fogão ganhou takes por dentro e por fora e a comida ficou deliciosa. Foto: Renato Rizzaro
As filmagens foram iniciadas com um dia espetacular! Foto: Gabriela Giovanka

A Superzoom foi buscar aves a mais de 100 metros de distância! Todo mundo babando... Foto: Renato Rizzaro

Uma tropa afiada para captar um ninho de caranguejeiras na estrada de acesso. Foto: Renato Rizzaro


Centenas de filhotinhos na boca do ninho. Foto: Renato Rizzaro


Crianças fotografam o Matracão. Primeiro registro da espécie para Rudimar. Foto: Gabriela Giovanka


Acharam um "chapeuzinho" passeando pela Cerejeira. Foto: Renato Rizzaro


Edu fez altas filmagens com a pequena GOPro: piavas comendo ingá. Foto: Renato Rizzaro


08 abril 2013

Ferro-velho aumenta lista da Reserva para 237 espécies

Euphonia pectoralis foto de Fabricio de Almeida na Reserva Rio das Furnas
O ano começou com muitas e belas surpresas! Entre março e abril a Reserva Rio Das Furnas ganhou mais 43,5ha, transformando a totalidade da área de 53,5ha em RPPN; o Programa Terra da Gente foi até a Reserva e fez um programa magistral, poético e integral; o Fabricio Almeida junto com sua esposa Fernanda Muller aumentaram para 237 espécies de aves registradas na Reserva, com a Euphonia pectoralis (Ferro-velho, na foto acima); Mão-pelada registrado na Armadilha fotográfica e nossa ponte de 16 metros, que eu julgava estar caindo ainda tem algum tempo de vida, pois o eucalipto tem cerne e o brancal é que apodreceu. Dá tempo de pensar como substituir com alguns meses de folga. Ufa!

02 abril 2013

Programa Terra da Gente (Parte 2)

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O programa Terra da Gente é exibido pelas seguintes emissoras: EPTV (Campinas, Ribeirão Preto, São Carlos e Varginha-MG); TV Fronteira (Presidente Prudente); TV Diário (Mogi das Cruzes, SP); TV Centro América (Cuiabá, MT); TV Centro América Sul (Rondonópolis, MT); TV Centro América Norte (Sinop, MT); TV Terra (Tangará da Serra, MT); TV Morena (Campo Grande, MS); TV Sul América (Ponta Porã, MS); TV Cidade Branca (Corumbá, MS); TV Grande Rio (Petrolina, PE); TV Asa Branca (Caruaru, PE) e TV Tapajós (Santarém, PA). Sobre dias e horários, consultar a programação da emissora local.

O Terra da Gente é exibido também para todo o Brasil, aos domingos, às 7h, via antena parabólica (o canal Superstation da Globo) e para 116 países dos 5 continentes pelo Canal Internacional da Globo.